Uma mudança de tom, um olhar fugaz, uma risada nervosa… Esses sinais denunciam desconforto. Certas experiências podem ter deixado cicatrizes emocionais.
Nesses momentos, é melhor oferecer conforto do que fazer perguntas: respeitar os limites emocionais é sinal de ternura e maturidade.
Ela mantém suas redes sociais muito privadas.
Perfil bloqueado, fotos antigas apagadas, publicações neutras… Essa discrição digital é comum. Ela pode simplesmente querer proteger sua privacidade. Mas, às vezes, também reflete o desejo de apagar uma parte do passado. O importante é respeitar a abordagem dela sem se intrometer: todos têm o direito de redefinir sua imagem.
Seus entes queridos evitam certos assuntos.
Às vezes, um amigo deixa escapar um comentário ambíguo — e o assunto é rapidamente encerrado. Nesse caso, não adianta insistir: se ela não quer falar sobre isso, é porque não está pronta. A atitude mais sábia é mostrar a ela que o presente importa mais do que o passado. A confiança sempre se desenvolve melhor em um ambiente tranquilo do que sob pressão.
Ela fica na defensiva quando questionada.
