SOTD! Casei com o amigo do meu pai; fiquei chocada quando vi o que ele começou a fazer na nossa noite de núpcias.
Amber pensou que tinha desistido do amor para sempre. Depois de anos de decepções, ela construiu sua paz em torno da solidão: trabalho, família e uma taça de vinho ocasional na varanda. Mas a vida tem um senso de humor peculiar, e isso se manifestou no dia em que seu pai fez um churrasco e a apresentou a um velho amigo chamado Steve.
Não era para significar nada. Ela estava lá apenas pela comida e pela conversa fiada. Mas quando o viu — alto, de ombros largos, com alguns fios de cabelo grisalhos nas têmporas — algo dentro dela mudou. Seu sorriso não era extravagante, mas acolhedor. Sua voz transmitia uma calma que fazia as pessoas pararem para ouvir.
Seu pai, usando avental e segurando uma espátula, chamou-a. “Amber, este é o Steve. Ele trabalhou comigo há um tempo.”
“Prazer em conhecê-la”, disse Steve, estendendo a mão. Ela a apertou, sentindo uma onda de emoção que não sentia há anos.
Durante toda a tarde, ela se pegou olhando para ele. Ele era educado, atencioso e gentil de uma forma que parecia intencional — o completo oposto dos tipos barulhentos e arrogantes dos quais ela estava cansada. Conforme a noite chegava ao fim e ela tentava ir embora, o carro não pegou. A mesma história de sempre.
Antes que ela pudesse ir procurar o pai, bateram na janela. Steve estava lá, sorrindo. “Posso dar uma olhada?”
Antes que ela pudesse dizer sim, o capô estava aberto, as mangas arregaçadas e as mãos cobertas de graxa. Em poucos minutos, o motor ronronava novamente.
“Pronto”, disse ele. “De nada.”
Ela sorriu. “Então eu te devo uma.”
Ele olhou nos olhos dela. “Que tal jantarmos juntos?”
Não era um elogio, ou pelo menos não parecia. Era algo simples e sincero. Então ela disse sim.
Aquele jantar se transformou em vários. Conversaram sobre tudo: família, perdas, sonhos abandonados. Ele contou sobre sua falecida esposa, que os deixara cedo demais, e sobre a filha que perderam em um acidente. Ela contou sobre seus relacionamentos fracassados e como havia parado de esperar que algo bom durasse. De alguma forma, encontraram consolo em suas respectivas feridas.
Casaram-se seis meses depois. Um casamento simples no jardim, com a família e amigos próximos, nada ostentoso. Amber usava um vestido simples; Steve chorou ao vê-la. Ela pensou que finalmente havia encontrado a paz.
Mas a verdadeira surpresa veio depois, na noite de núpcias.
Os convidados já haviam ido embora, as taças de champanhe estavam vazias na cozinha, e Amber havia trocado de roupa, vestindo algo leve e simples. Voltou para o quarto, pronta para começar a primeira noite juntos. Steve sentou-se na beira da cama, de costas para ela, falando em voz baixa.
“Eu queria que você visse isso, Stace”, disse ele. “Hoje foi um dia perfeito. Gostaria que você estivesse aqui.”
Amber congelou. Não havia mais ninguém na sala.
“Steve?” perguntou ela, cautelosa.
