O Significado das Duas Covinhas na Parte Inferior das Costas

O Significado das Duas Covinhas na Parte Inferior das Costas

Você já deve ter reparado nessas duas pequenas covinhas simétricas logo acima das nádegas, seja em você ou em outra pessoa. Discretas, porém intrigantes, elas atraem a atenção e despertam curiosidade… e têm um nome quase mítico: covinhas de Vênus.

Mas o que elas realmente revelam? Estão relacionadas à saúde, à genética ou simplesmente à boa forma física? Alerta de spoiler: a resposta pode te surpreender…

🌿 Covinhas de Vênus: Um Pequeno Detalhe… Esculpido pela Natureza
Podemos pensar que essas pequenas covinhas são resultado de horas de exercício, mas não: o segredo delas é muito mais profundo (e natural) do que parece.

As covinhas de Vênus se formam devido a uma junção específica entre a pele e o osso pélvico, mais precisamente em um ponto anatômico chamado espinha ilíaca póstero-superior. Em resumo, a genética determina se você as terá ou não.

Se um dos seus pais as tem, é provável que você também as tenha.

Elas são mais visíveis em pessoas com físico magro ou tonificado, já que a pele não fica “escondida” pela gordura corporal. Mas sejamos claros: você não pode “criar” essas covinhas se não as tiver naturalmente, não importa quantos agachamentos ou exercícios abdominais você faça.

💪 Apolo também não fica de fora: os homens também têm covinhas! Isso mesmo: essas pequenas depressões não são exclusivas das mulheres. Nos homens, elas às vezes são chamadas de “covinhas de Apolo”, uma referência lisonjeira ao deus da beleza e da força física… nada menos.

Assim como nas mulheres, essas covinhas masculinas são vistas como um sinal de harmonia corporal e vitalidade.

Em certos círculos esportivos ou nas redes sociais, elas são até associadas a um estilo de vida saudável. Mas, mais uma vez: não vale a pena ficar obcecado com elas; não são um padrão de beleza nem um requisito para se sentir bem consigo mesmo.

🏋️‍♀️ É possível fazê-las aparecer com exercícios?

Essa é uma pergunta comum, e a resposta é simples: não.

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