- Fadiga extrema: exausto pode fazer o cérebro “desligar” rápido demais, confundindo o sistema nervoso.
- Cafeína e nicotina: Estimulantes, especialmente à noite, deixam o organismo mais alerta.
- Estresse e ansiedade: Um corpo relaxado com uma mente agitada é terreno fértil para espasmos noturnos.
- Remédios estimulantes: Alguns medicamentos, como os usados para TDAH, também podem aumentar os episódios.
- Irregularidade no sono: Dormir e acordar em horários muito diferentes desregula o ciclo natural do corpo.
Quanto mais fatores se combinam, maior a chance de esses solavancos aparecerem.
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