O que torna as tatuagens tão fascinantes é justamente essa liberdade de interpretação. Esse pequeno desenho na mão pode contar mil histórias diferentes, dependendo da pessoa que o usa. Portanto, em vez de vê-lo como um símbolo fixo, é melhor interpretá-lo como um vestígio de experiência vivida, um fragmento de identidade.
E se, da próxima vez que você visse alguém com essa tatuagem, a interpretasse como um convite à curiosidade benevolente em vez de um símbolo fixo? Afinal, nossa pele é um pouco como nosso diário visual: cada uma tem sua própria tinta, sua própria história.
