Não é por acaso que essa postura é ensinada por companhias aéreas do mundo todo. Organizações como a FAA (Administração Federal de Aviação dos EUA) realizaram pesquisas que demonstram sua eficácia.
Ela foi projetada para proteger as partes mais vulneráveis do corpo, principalmente a cabeça e os membros, posicionando-os de forma a limitar o contato com as superfícies rígidas da cabine. Em caso de desaceleração repentina, isso pode significar a diferença entre um susto e uma lesão grave.
Um momento de calma… para uma melhor reação depois
Mas não é só isso. Esse breve momento, durante o qual o comissário de bordo adota essa postura, também é um momento de “reflexão silenciosa”. Por trás dessa expressão poética, existe uma rotina mental bem azeitada: os membros da tripulação aproveitam a oportunidade para se recentrar, rever mentalmente os procedimentos de evacuação, antecipar possíveis cenários de emergência e visualizar as suas ações.
Não se trata apenas de preparação física, mas também de condicionamento mental. Tal como um atleta antes de uma corrida, o comissário de bordo prepara-se para reagir com clareza, rapidez e eficiência.
Ações que fazem enorme sucesso nas redes sociais
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