O câncer de estômago se desenvolve silenciosamente: aqui estão os primeiros sinais!

Náuseas e vômitos: mal-estar e vômitos, com ou sem sangue.

Dor abdominal: dor na parte superior do abdômen, leve ou intensa, constante ou intermitente.

Distensão abdominal: sensação de estômago inchado, especialmente após as refeições.

Alterações nos movimentos intestinais: diarreia, constipação ou alternância entre as duas.

Fadiga extrema e perda de peso inexplicável: sem alterações na dieta ou nos exercícios físicos.

Dificuldade para engolir: sensação de alimento preso na garganta.

Dor:
A dor associada ao câncer de estômago pode incluir:
Leve e vaga: sensação de queimação, pressão ou desconforto na parte superior do abdômen.

Intensa e constante: Dor intensa e persistente que pode irradiar para as costas.
Piora após as refeições: A dor pode piorar após as refeições, especialmente após o consumo de alimentos gordurosos ou picantes.

Viver sem estômago:

Em alguns casos graves de câncer de estômago, pode ser necessário remover todo ou parte do órgão. Com os cuidados médicos adequados, é possível viver uma vida plena sem estômago. O tratamento inclui suporte nutricional, suplementação de enzimas digestivas e modificações na dieta para garantir a absorção adequada de nutrientes.

Fatores de risco:
Infecção por H. pylori: Uma bactéria que vive no estômago e pode causar gastrite e úlceras, aumentando assim o risco de câncer.

Tabagismo: Fumar é um dos principais fatores de risco para o câncer de estômago.

Dieta rica em alimentos salgados, defumados e processados: Esses alimentos podem aumentar o risco de desenvolver a doença.

Histórico familiar de câncer de estômago: Pessoas com parentes que tiveram a doença têm um risco maior de desenvolvê-la.

Obesidade: O excesso de peso pode aumentar o risco de câncer de estômago.

Consumo excessivo de álcool: O consumo excessivo de álcool pode aumentar o risco de desenvolver a doença.