Náuseas e vômitos: mal-estar e vômitos, com ou sem sangue.
Dor abdominal: dor na parte superior do abdômen, leve ou intensa, constante ou intermitente.
Distensão abdominal: sensação de estômago inchado, especialmente após as refeições.
Alterações nos movimentos intestinais: diarreia, constipação ou alternância entre as duas.
Fadiga extrema e perda de peso inexplicável: sem alterações na dieta ou nos exercícios físicos.
Dificuldade para engolir: sensação de alimento preso na garganta.
Dor:
A dor associada ao câncer de estômago pode incluir:
Leve e vaga: sensação de queimação, pressão ou desconforto na parte superior do abdômen.
Intensa e constante: Dor intensa e persistente que pode irradiar para as costas.
Piora após as refeições: A dor pode piorar após as refeições, especialmente após o consumo de alimentos gordurosos ou picantes.
Viver sem estômago:
Em alguns casos graves de câncer de estômago, pode ser necessário remover todo ou parte do órgão. Com os cuidados médicos adequados, é possível viver uma vida plena sem estômago. O tratamento inclui suporte nutricional, suplementação de enzimas digestivas e modificações na dieta para garantir a absorção adequada de nutrientes.
Fatores de risco:
Infecção por H. pylori: Uma bactéria que vive no estômago e pode causar gastrite e úlceras, aumentando assim o risco de câncer.
Tabagismo: Fumar é um dos principais fatores de risco para o câncer de estômago.
Dieta rica em alimentos salgados, defumados e processados: Esses alimentos podem aumentar o risco de desenvolver a doença.
Histórico familiar de câncer de estômago: Pessoas com parentes que tiveram a doença têm um risco maior de desenvolvê-la.
Obesidade: O excesso de peso pode aumentar o risco de câncer de estômago.
Consumo excessivo de álcool: O consumo excessivo de álcool pode aumentar o risco de desenvolver a doença.
