apenas compartilhando o silêncio. Ele me conta sobre a vida de Kaylee: como ela agora tem dezesseis anos, é a melhor aluna da turma e faz trabalho voluntário no hospital infantil que um dia cuidou dela.
Na semana passada, ele a trouxe consigo.
Kaylee se ajoelhou no túmulo de Sarah, colocou um buquê de margaridas e sussurrou: “Obrigada por me salvar. Vou viver minha vida para te orgulhar.”
Eu fiquei sem palavras.
Mike e eu não somos mais estranhos. Ele ajuda em casa. Ele cuida dos meus filhos. A esposa dele cozinha para a minha filha. Nos tornamos uma família incomum, unidos pelo amor, pela gratidão e pelo legado de uma mulher que deu sem esperar nada em troca.
