Khai ficou surpreso.
“Você vai mesmo assinar?”
“Você não disse que isso tinha que ser feito mais cedo ou mais tarde?”
Ele colocou a caneta na mão de Hanh. Hanh a pegou com as mãos trêmulas e assinou lentamente.
“Pronto. Desejo-lhe felicidades.”
“Obrigado. Devolverei o objeto conforme combinado. Adeus.”
Khai se virou e saiu. A porta se fechou, estranhamente suave. Mas menos de três minutos se passaram antes que ela se abrisse novamente.
Um homem entrou. Era o Dr. Quan, o melhor amigo de Hanh desde a faculdade, que havia realizado sua cirurgia. Em suas mãos, ele carregava os prontuários médicos e um buquê de rosas brancas.
“Ouvi dizer que a enfermeira comentou que Khai acabou de chegar?”
Hanh assentiu com a cabeça, sorrindo levemente:
“Sim, vim para me divorciar.”
“Você está bem?”
“Melhor do que nunca.”
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