É para os vivos.
É um lugar para lamentar, refletir, conversar, dizer adeus ou simplesmente recordar. Não é uma obrigação espiritual nem um dever moral universal. Cada um vivencia o luto à sua maneira, e nenhuma maneira é mais legítima que a outra.
Um Vínculo Que Nunca Desaparece
Segundo muitas tradições, os falecidos não querem que permaneçamos prisioneiros da dor. Eles gostariam que continuássemos vivendo, amando e seguindo em frente.
Cada lembrança feliz, cada pensamento repleto de gratidão, cada momento de paz compartilhado interiormente se torna uma forma de diálogo silencioso.
O amor não morre com o corpo.
Ele simplesmente se transforma.”
