Em seguida, outros sinais aparecem. As rotinas mudam. A pessoa esquece certas tarefas do dia a dia. Hesita com mais frequência. Perde a confiança nas próprias decisões. Essa hesitação repetida indica um problema mais profundo. Os entes queridos às vezes interpretam esse comportamento como fadiga ou estresse, mas a causa geralmente é mais séria.
Encontrei um pen drive escondido na minha salsicha… O que descobri em seguida me deixou sem palavras.
Donald Trump foi levado às pressas para o hospital após uma queda.
Cada detalhe conta. E quanto mais sinais se acumulam, mais clara se torna a trajetória. Distúrbios emocionais se misturam com dificuldades cognitivas. Os relacionamentos com os outros mudam. As interações perdem a espontaneidade e a fluidez. A pessoa se isola com mais facilidade porque essa proteção lhe proporciona segurança.
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A família então faz perguntas. Preocupa-se. Busca respostas. O aparecimento desse sinal precoce costuma ser o momento crucial que leva a uma consulta. Esse passo em direção a um profissional abre as portas para uma compreensão mais completa da situação. Uma resposta rápida pode ajudar a pessoa a preservar suas capacidades por mais tempo.
Um sinal que não deve ser ignorado
Este sinal precoce não explica tudo. Ele simplesmente mostra que o cérebro está mudando. Convida-nos a olhar para a pessoa de forma diferente. O objetivo é agir cedo, porque cada mês conta. As abordagens atuais podem retardar a progressão da doença. Elas também melhoram o conforto dos pacientes e de suas famílias. A ação precoce aumenta as chances de estabilizar a situação.
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