“Quer casar comigo?”, ele sussurrou. “Elena, eu não tenho nome. Não tenho conta bancária. Moro atrás de uma lata de lixo. Por que eu?”
Ela engoliu em seco. “Porque você faz meu filho rir. Porque você me fez sentir de novo. Porque você é o único que não queria nada de mim, só queria me conhecer.”
Jonah encarou a caixa em sua mão.
Então, deu um passo para trás.
“Só… se você responder a uma pergunta primeiro.”
Ela congelou. “Qualquer coisa.”
Ele se inclinou um pouco para a frente, ficando na altura dos olhos dela.
“Você ainda me amaria”, perguntou ele, “se descobrisse que eu não sou apenas um homem na rua… mas alguém com um passado que poderia arruinar tudo o que você construiu?”
Os olhos dela se arregalaram.
“O que você quer dizer?”
Jonah se levantou. Sua voz baixou, quase rouca.
“Porque eu nem sempre fui um sem-teto.” “Ela tinha um nome que a mídia sussurrava nos tribunais.”
Ethan Walker ficou ali parado em silêncio, atônito, encarando o carrinho de brinquedo gasto que repousava em sua mão. A tinta vermelha estava descascada, as rodas soltas, e ainda assim, ele tinha mais valor do que qualquer item de luxo que possuísse.
“Não”, disse ele finalmente, ajoelhando-se diante dos gêmeos. “Não posso suportar isso. Isso pertence a vocês dois.”
Um dos meninos, com lágrimas nos grandes olhos castanhos, sussurrou: “Mas precisamos de dinheiro para comprar remédio para a mamãe. Por favor, senhor…”
“Por favor, case comigo”, implora uma mãe solteira multimilionária a um homem sem-teto. O que ele pediu em troca a deixou atônita…
O coração de Ethan apertou.
“Qual é o seu nome?”, perguntou ele.
“Eu sou Leo”, disse o gêmeo mais velho. “E ele é Liam.”
“E o nome da sua mãe?”
⏬️⏬️ Continua na próxima página ⏬️⏬️
