Antes que ela pudesse dizer, o capô estava aberto, as mangas estavam arregaçadas e os cobertores cobertos de gordura. Em poucos minutos, o motor ronronou novamente.
“Logo”, disse ele. “De nada.”
Ela sorriu. “Então eu te devo uma.”
Ele inspecionou nos olhos dela. “Que tal a gente sair junto?”
Não era um elogio, ou pelo menos não parecia. Era algo simples e sincero. Então ela disse sim.
Essa música se transformou em várias. Falaremos sobre tudo: família, perdas, sonhos abandonados. Ele falou sobre sua falecida esposa, que deixará muita saudade, e sobre um arquivo que perderemos em um acidente. Ela falou sobre seus relacionamentos fracassados e como
