O pesquisador principal, Manel Esteller, afirmou que sua biologia parecia “separar o envelhecimento do estado de doença”. Apesar da idade, muitos de seus biomarcadores eram semelhantes aos de alguém muito mais jovem.
Seus hábitos diários também se destacavam. Ela evitava fumar e consumir álcool, mantinha-se socialmente ativa e cultivava fortes laços familiares — fatores frequentemente associados à longevidade.
Uma rotina simples chamou a atenção: seu consumo regular de iogurte, incluindo produtos da marca La Fageda. Rico em probióticos, o iogurte pode contribuir para a saúde intestinal e reduzir a inflamação. Ela também começava as manhãs com um smoothie à base de cereais.
Pesquisadores descobriram que seus telômeros — extremidades protetoras dos cromossomos — apresentavam uma preservação incomum para sua idade, possivelmente reduzindo os riscos de certas doenças.
Cientistas acreditam que sua longevidade refletia tanto características herdadas quanto escolhas saudáveis consistentes. Sua vida sugere que, embora a genética seja importante, os hábitos diários podem desempenhar um papel igualmente poderoso na extensão não apenas da expectativa de vida, mas também da saúde.
