Um salto em direção à “vida após a morte”?
Em seus momentos finais, alguns pacientes sussurram nomes familiares, oferecem um sorriso gentil ou olham para um ponto invisível com uma expressão terna.
Muitos dizem ver um ente querido falecido, perceber uma luz benevolente ou sentir uma presença reconfortante.
Esses relatos, por mais subjetivos que sejam, conferem a esse gesto uma dimensão quase mística.
Uma resposta do cérebro… ou o último impulso do coração?
Do ponto de vista médico, alguns especialistas sugerem que esses movimentos podem ser reações neurológicas involuntárias: uma queda nos níveis de oxigênio, alterações químicas no cérebro ou alucinações podem ser a causa.
No entanto, o que surpreende os médicos é a delicadeza do gesto: não se trata de convulsão nem espasmo.
O movimento é lento, fluido, quase intencional — como se o corpo estivesse acompanhando suavemente a alma em sua jornada.
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