viajando a negócios na cidade, um incêndio devastador consumiu a casa. Os bombeiros encontraram escombros irreconhecíveis e, entre eles, os pertences pessoais da menina. Javier não questionou; aceitou a morte, dominado pela dor.
Desde então, ele sobreviveu graças ao afeto quase maternal de sua esposa, Estela, que se culpava por não ter estado presente, e ao apoio inabalável de Mario, seu irmão dois anos mais novo e sócio, que lhe dizia todos os dias: “Eu cuido da empresa. Tente ser forte. Estou com você, irmão.” Ajoelhado diante da lápide, Javier deixou o peso de tudo desabar de uma vez. Passou os dedos sobre a inscrição fria, murmurando entre soluços: “Minha amada filha, descanse em paz.”
“Como posso descansar, minha filha, se você não está mais aqui?” Lágrimas escorriam pelo seu
