Milionário chora no túmulo da filha, sem saber que ela o observava…

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A menina conseguira escapar do cativeiro. Seu coração batia tão forte que parecia que ia explodir. Seus dedos se agarravam ao tronco da árvore enquanto lágrimas discretas escorriam pelo seu rosto. Ver o pai tão abatido era uma tortura que nenhuma criança deveria suportar. Ela deu um passo à frente, mas imediatamente recuou, engolindo em seco. Seus pensamentos corriam soltos. Correr, abraçá-lo, mostrar que estou viva. Não, eu não posso. Se descobrirem que eu escapei, podem machucá-lo também.

O dilema a esmagava. Ela queria gritar, dizer que estava ali, mas sabia que aquele abraço poderia lhe custar caro. De onde estava, Isabel ouvia a voz embargada do pai, repetindo: “Eu prometo,