Milionário chora no túmulo da filha, sem saber que ela o observava…

filha. Vou continuar, mesmo que me sinta morto por dentro.” A cada palavra, a vontade de se rebelar se tornava insuportável. Ela mordeu o lábio até sentir o gosto de sangue, tentando conter o impulso. O amor que os unia era tão forte que parecia impossível resistir.

Mesmo assim, ela permaneceu imóvel, prisioneira de um medo maior que a saudade. Enquanto Javier se levantava com dificuldade, agarrando a pulseira contra o peito como um talismã, Isabel fechou os olhos e deixou escapar outra lágrima. O mundo era cruel demais para permitir que pai e filha se reencontrassem naquele momento. E ela, escondida na sombra da árvore, compreendeu que precisava esperar. O abraço teria que ser adiado, mesmo que a dilacerasse por dentro. De volta à sua prisão, Isabel caminhava devagar e encolhia o corpo, como alguém que temia que até as paredes pudessem traí-la.

Horas antes, ela reunira coragem para escapar por alguns minutos, apenas para ver o pai e sentir