Seu pai, usando avental e segurando uma espátula, chamou-a. “Amber, este é o Steve. Ele trabalha comigo há bastante tempo.”
“Prazer em conhecê-la”, disse Steve, estendendo a mão para mim. Ela abriu a porta, sentindo uma onda de emoção que não sentia há anos.
A tarde toda, ela o procurou. Ele era educado, atencioso e gentil de uma forma que parecia intencional — ou o completo oposto de dois caras barulhentos e arrogantes quando ela estava cansada. De acordo com a noite anterior, o carro havia sumido e não estava funcionando. A mesma história de sempre.
Antes que ela pudesse ir procurar o carro, bateram na janela. Steve estava lá, sorrindo. “Posso te dar uma cheiradinha?”
